Qual é a diferença entre ter franquia ou negócio próprio? GUIA COMPLETO!

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Há alguns anos, uma pergunta não saía da minha cabeça: franquia ou loja própria? Eu tinha acabado de ser demitido e, com esposa e três filhos, não tinha tempo — nem dinheiro — para errar. Usaria todas as minhas reservas no novo negócio. Era a decisão da minha vida. 

Dois motivos foram decisivos para que eu assumisse esse risco. Primeiramente, eu sempre simpatizei com a ideia de ser meu próprio patrão e, modéstia à parte, eu sei vender. Sou bom de conversa e posso “ler” o cliente com facilidade. Não sei quantas vezes fui o melhor vendedor da minha filial.

Mas então, por que fui demitido? Você deve estar se perguntando. Vou explicar melhor.

Como tudo começou

Antes que o sol iluminasse meu caminho, eu já estava dirigindo rumo ao trabalho, o mesmo trajeto por 16 anos. Acredito que posso fazer ele com os olhos fechados — cada detalhe está fresco em minha memória. Mas naquele dia em especial, eu sentia algo diferente.

Algo que não sentia há muito tempo: ansiedade. Era um sensação esquecida na juventude, da época de faculdade. A verdade é que eu não sabia como reagir, meu coração batia desordenado, minha boca estava seca e o suor manchava minha camisa branca. Tentei afrouxar a gravata, mas não ajudou muito.

Errei as marchas, avancei um sinal vermelho e quase bati o carro. Aquela ansiedade se transformou em raiva. Estacionei o carro na primeira vaga e continuei o caminho a pé. Por algum milagre cheguei a tempo na loja, mas a porta entreaberta já anunciava o pior, afinal, só eu tinha a chave.

Sentado na minha mesa estava o diretor regional da empresa. Resumindo a história, eu, que era o gerente, e outros cinco vendedores fomos demitidos. O motivo: reestruturação da empresa. Meus argumentos de tempo de casa e resultados não foram ouvidos. Tudo aconteceu muito rápido e, quando percebi, estava segurando meus papéis da rescisão.

Tirei minha gravata e entreguei meu crachá. Após 16 anos investidos naquela empresa, após inúmeros feriados e finais de semana que não passei com minha família, tudo o que ouvi foi: “Obrigado e boa sorte”.

A decisão

Apesar de não estar surpreso, tenho que confessar que estava com muito medo. Cheguei em casa ainda pela manhã e, com 12 anos de casado, minha esposa descobriu tudo apenas pela minha feição. Ganhei um abraço e palavras de apoio.

Ainda naquele dia fiz uma promessa: “não vou reclamar, lamentar ou culpar os outros. Somente eu decidi vender o meu tempo para construir o sonho de outra pessoa. Somos enganados pelos sentimentos de conforto e segurança e acabamos por matar nossos objetivos. Mas dessa vez será diferente, vou abrir minha empresa”.

Não é fácil tomar essa decisão quando você tem uma família para sustentar. Mas, apesar do medo, eu sentia a animação de uma criança ao receber um presente de Natal. Nunca estive tão motivado para trabalhar, construir algo, deixar um legado para meus filhos. Nesse momento veio meu primeiro desafio: franquia ou loja própria?

Eu sabia que, com uma franquia, eu teria todo o suporte necessário, além de um modelo comprovado, mas seria necessário um investimento inicial. Eu tinha capital suficiente para vários tipos de franquias, mas preferi começar algo do zero. Afinal, com experiência em gestão e vendas, o que poderia dar errado?

Como é ter uma loja própria

Não foi difícil escolher uma ideia de negócio. Herdei o hobby de fabricar coisas do meu pai, passávamos horas na garagem construindo objetos e colecionando ferramentas. A ideia foi unir o lazer ao trabalho.

Pouco depois da epifania, eu já estava no telefone com um grande fornecedor. O nome da loja saiu ali mesmo: “Garagem das Ferramentas”. De repente, despertei meu lado “empreendedor inovador”.

Em apenas 3 dias, eu já havia comprado 15 mil reais em produtos, alugado uma área comercial e encomendado uma fachada na gráfica, com o logo desenhado pelo meu filho mais velho.

Para economizar com mobiliário, peguei algumas peças usadas e fabriquei outras em madeira. De equipamentos, meu notebook pessoal e impressora eram suficientes. Abri o CNPJ no melhor escritório contábil da cidade, já que não queria surpresas com impostos.

Fiz uma reforma rápida no local, providenciando uma nova pintura e decoração. O aluguel não era o mais barato, porém, o ponto é movimentado e de fácil acesso. Tudo, na minha visão, estava perfeito.

Eu sabia também da importância de uma margem de lucro realista. Então, ao receber as dezenas de caixas de produtos, usei a fórmula: “custo do produto + despesas + lucro = valor de venda”.

Tudo parece simples, mas a maior dificuldade em começar algo novo é que você não tem informações sólidas. Eu não tinha ideia de quanto iria vender por mês, e isso me prejudicou bastante. Todo meu cálculo foi baseado em suposições.

Pouco antes da inauguração, descobri uma loja no quarteirão ao lado da minha. A “Casa do Construtor” vendia praticamente os mesmos itens. Após um pico de raiva, entrei para olhar os preços. Quase todo estoque estava uns 20% mais barato.

Dominado pela raiva e pela competição, voltei para minha loja e abaixei tudo em 30%. “Posso ganhar no volume”, pensei.

No dia 14 de abril de 2014, dois meses após minha demissão, a loja estava pronta. Nunca vou esquecer aquele momento quando olhei pelo lado de fora. Como era linda! Placa brilhante, loja recheada de produtos e, mesmo sem divulgação, vários clientes esperavam ansiosos para conhecer a novidade. “Agora começo a construir a minha história”.  

As vantagens de ter uma loja própria

Para muitas pessoas, abrir uma empresa é como jogar na loteria, suas chances são mínimas e apenas alguns sortudos ficam com o grande prêmio. Mas nós sabemos que isso está longe da verdade. Assim como aconteceu comigo, alguns dos motivos a seguir podem te convencer a arriscar tudo em seu novo projeto.

O controle e a flexibilidade que você tem sobre o seu tempo

Como seu próprio chefe, você define seus horários e personaliza o trabalho de acordo com seu estilo de vida, ou seja, a autoridade em todas as decisões é sua. Autoemprego significa liberdade.

A oportunidade de aprender e adquirir conhecimento

O pequeno empresário geralmente faz de tudo um pouco. Afinal, há um milhão de coisas que você provavelmente não sabia antes de iniciar o negócio, e que agora é obrigado a aprender. A aquisição de todo esse conhecimento o enriquece como profissional.

Os altos e baixos da profissão

Nós enfrentamos enormes dificuldades todos os dias, principalmente no Brasil, mas também experimentamos alegrias incríveis quando esses desafios são superados.

Se você deseja emoção, torne-se um empreendedor. Em um momento, sua empresa está na capa do jornal, em outro, você perde seu maior cliente. Nunca há um momento de tédio no trabalho por conta própria.

O sentimento de orgulho e satisfação em realizar as coisas

Encontrar seus produtos nas lojas de departamentos, receber elogios dos clientes sobre como sua empresa os ajudou e ver sua empresa na mídia proporciona uma incrível sensação de orgulho e alegria.

Como empresário, você faz as coisas acontecerem, cria novos produtos, gera empregos e pode mudar o seu mercado. Em muitos aspectos, sua empresa é como um filho — nutri-lo e vê-lo crescer deixa qualquer pai feliz.

Aumenta sua confiança

Empreender não fácil, muito menos glamouroso. Haverá momentos em que você questionará sua capacidade e a vontade de desistir pode estar presente todos os dias. Mas assim que você vence um grande desafio, sua confiança aumenta e os próximos serão menos assustadores.

Maiores ganhos

Como funcionário, não importa o quanto você trabalhe, sua remuneração financeira é limitada ao seu salário e a um bônus ocasional. Como empresário, porém, você pode ganhar muito mais se acertar no modelo de negócio e escalar seu produto.

A chance de compartilhar seu aprendizado

Você pode repassar seus aprendizados não apenas à sua equipe, mas também escrevendo livros e fornecendo palestras e consultorias. Existe uma infinidade de novos campos para quem teve a coragem de assumir riscos. Ou seja, o empreendedorismo oferece uma vida cheia de experiências ricas.

As primeiras lições

No segundo ano de operação, eu já havia acumulado alguns sucessos e muitos fracassos. Para encurtar a história, eu dormia quatro horas por noite e trabalhava de domingo a domingo. O que minha esposa não sabe é que em algumas noites eu nem dormia.

Tomava uns 3 remédios para pressão alta, enxaqueca e alguns outros problemas. Na época, meu médico disse que eu poderia sofrer um ataque cardíaco por conta do stress e da insônia.

Eu não tinha mais controle da minha empresa, a guerra de preços me forçou a adotar margens cada vez menores. Aos poucos, meu estoque e meu caixa foram desaparecendo. Eu não podia perder nenhuma venda e cheguei ao ponto de vender pelo preço de custo, apenas para pagar o aluguel.

Quando não havia mais sobra, usava as vendas do dia para pagar minhas contas pessoais. Atrasei pagamentos, paguei multas e o pouco que caia na minha conta era consumido pelos juros do cheque especial.

Lembro do dia em que estava atrás do balcão sonhando acordado. Provavelmente não dormi naquela noite. No centro da loja eu tinha levantado uma pequena pirâmide de produtos com um cartaz vermelho: “70% OFF”. Nem preciso dizer que minha margem já estava em menos de 20%, ou seja, vendia abaixo do custo.

Um senhor com camisa suja de graxa entrou na loja — também parecia cansado. Andou devagar, olhou meu estoque reduzido e disse: “Quero comprar sua loja”.

Por alguns momentos fiquei sem reação, até pensei que poderia ser brincadeira, ou um sonho mesmo. Mas ele repetiu seu desejo com voz séria. Conversamos por várias horas. Aquele senhor era um dos sócios da “Casa do Construtor”. Pelo visto, aquela competição doentia não era benéfica para ninguém.

Aceitei a proposta no mesmo dia, mas não consegui comemorar. Mesmo com a venda sofri um grande prejuízo. Esse não era meu objetivo, claro. Foi uma vitória com gosto de derrota.

Após algumas semanas, finalmente pude dormir, e consegui pensar com mais clareza sobre tudo o que havia acontecido nos últimos dois anos. Peguei um papel e anotei meus erros:

  • não pesquisei uma necessidade de mercado;
  • apesar da experiência técnica, eu não dominava todas as áreas da empresa;
  • não procurei pelos melhores fornecedores, e o resultado se refletiu nos preços;
  • tive grandes custos fixos logo no começo, com aluguel e escritório contábil, por exemplo;
  • comprometi grande parte do meu capital;
  • não considerei a concorrência;
  • não fiz um controle adequado de custos;
  • não acompanhei indicadores de desempenho;
  • não tive estratégias, nem orçamento, para o marketing.

Todos esses erros foram consequência de um mal planejamento, e essa é uma das principais causas de falências no Brasil. O problema é que podemos sofrer de um mal chamado excesso de confiança. Eu sabia vender, dominava o produto, tinha experiência com finanças e gestão de pessoas, mas isso não foi suficiente para sustentar o negócio.

Eu tinha perdido essa batalha, mas ainda não estava pronto para desistir. Novamente veio a dúvida: franquia ou loja própria? Eu poderia corrigir meu erros e tentar novamente do zero, mas, dessa vez, resolvi pegar um atalho.

Como é ter uma franquia

Decidi usar o dinheiro da venda em uma franquia consolidada. A verdade é que todos os meus erros de planejamento poderiam ser resolvidos logo no começo. Minha experiência com gestão seria muito mais bem aproveitada se eu tivesse um modelo pronto para trabalhar.

Em uma franquia, apesar de seguir as diretrizes de uma marca, você ainda é o proprietário do negócio e o crescimento da unidade está em suas mãos.

Comecei pesquisando tendências e segmentos de destaque no Brasil. O mercado de escolas de idiomas chamou minha atenção, principalmente pelo potencial de crescimento. Afinal, essa solução atende a uma deficiência do nosso sistema escolar, de forma que pessoas de todas as idades e regiões podem ser impactadas.

Minha esposa também já tinha trabalhado com aulas de inglês particulares e isso ajudou na decisão de investir em uma franquia de idiomas. Mas é importante lembrar que você não precisa ser um especialista na área, já que suas habilidades gerenciais são mais importantes do que as técnicas. Além disso, não cometa o mesmo erro de confundir hobby com trabalho. Você precisa considerar uma solução para o mercado, não para você.

Como proprietário, você pode contratar pessoas com habilidades técnicas para prestar o serviço ou vender os produtos. No meu caso, com capital limitado, minha esposa foi a primeira professora.

Após o primeiro contato com o franqueador, recebi diversas informações sobre capital de giro, localização, diferenciais de marketing, tempo de retorno, entre outras coisas. Fui orientado a não usar todo meu patrimônio com a taxa inicial da franquia, já que eu precisava de uma reserva para meus custos pessoais.

A saída foi usar 50% do meu dinheiro e conseguir o restante em um financiamento. Eu já havia pagado todas as minhas dívidas, mas ainda sentia pouca confiança nessa possibilidade de crédito. Com o suporte da franquia, marquei uma reunião com o gerente de um banco e apresentei a proposta de negócio. Para minha surpresa, o empréstimo foi aprovado em pouquíssimo tempo.

Então, com minha motivação e saúde restauradas, realizei a compra dos direitos da marca. Na mesma semana recebi uma visita do consultor da empresa, que me auxiliou com a escolha do local, o controle de custos, o layout da escola, os materiais didáticos, promoções e muito mais.

Os melhores mercados também são bastante concorridos, já que existem várias marcas de franquias. Assim, é importante buscar diferenciais. Por exemplo, minha rede oferece:

  • transporte gratuito para meus alunos;
  • facilidade de crescimento, já que não há cobrança de royalties;
  • treinamento comercial e pedagógico on-line e presencial;
  • materiais de marketing;
  • reversão de desistência e inadimplência de alunos;
  • metodologia voltada para brasileiros, entre outros.

Já nos primeiros meses, é nítida a diferença de uma empresa bem planejada. Praticamente tudo ocorreu como esperado. Se você seguir à risca todas as diretrizes, seu destino é ter o mesmo sucesso das outras unidades.

O principal cuidado ao investir em franquias é evitar achar que, com esse modelo, o trabalho será menor ou mais fácil, já que isso não é verdade. O trabalho é o mesmo que em um negócio próprio, mas com a diferença de que você não tem péssimas surpresas pelo caminho.

É muito melhor trabalhar bastante em algo que você sabe que vai dar certo. Nem preciso dizer que minha experiência de 16 anos como gerente foi muito útil.

Participei da convenção anual da empresa e pude conversar com outros proprietários. Criamos um grupo de apoio em que cada um compartilha suas experiências.

Foi em uma dessas conversas que um proprietário de outro estado me motivou a investir em outra unidade. Eu já estava operando há pouco mais de um ano, já havia contratado novos funcionários e tinha superado meu ponto de equilíbrio.

O conselho foi que, em vez de reformar minha unidade para suportar mais alunos, seria mais vantajoso abrir um nova unidade em outra região. Segui a orientação e, com o lucro da minha unidade, quitei meu primeiro empréstimo e fiz um novo.

As vantagens de ter uma franquia

Como estrutura de negócios, uma franquia certamente é uma opção atraente. Com várias vantagens, geralmente é a escolha daqueles que desejam iniciar um novo negócio com riscos reduzidos.

Você pode seguir meus passos e começar do zero, desde que se certifique de ter um bom planejamento em todas as áreas do negócio, ou pode começar com um modelo já estruturado e operante. Veja outros pontos relevantes.

Um negócio estabelecido

Uma franquia oferece a vantagem de operar sob a bandeira de um negócio já estabelecido. As ideias, a marca e as técnicas operacionais já estão testadas e prontas para serem replicadas em um novos locais, à medida que cada franqueado assume o controle.

Uma marca conhecida

Usar uma marca conhecida significa que haverá bem menos trabalho e custo envolvido na tentativa de estabelecer e desenvolver a marca do negócio. Afinal, ela já é conhecida e confiada pelo mercado e, portanto, deve produzir um fluxo constante de clientes fiéis à marca.

Financiamento facilitado

Outra vantagem das franquias é que, geralmente, é mais fácil adquirir financiamento comercial. Os investidores, ou bancos tradicionais, estão mais dispostos a investir em um negócio estabelecido, com uma marca forte e uma estrutura de suporte eficaz.

Relações comerciais

Você pode aproveitar as inúmeras relações comerciais já estabelecidas pelo franqueador, visto que os relacionamentos com fornecedores já estarão em vigor e serão fáceis de gerenciar. As vantagens de relacionamentos já estabelecidos com anunciantes e equipes de marketing também podem ser benéficas para a nova empresa.

Suporte e ferramentas

Tenha a vantagem de um sistema de suporte com ferramentas e materiais de apoio. Frequentemente, os franqueadores oferecem treinamentos on-line e presenciais para assuntos como finanças, vendas, contratações, publicidade e muito mais.

Networking

Grandes franquias realizam eventos anuais com seus parceiros, que são ótimas oportunidades para trocar informações com outros proprietários. Essa relação próxima com pessoas que atuam nas mesmas condições é extremamente valiosa, uma vez que o sucesso da marca em qualquer região é benéfico para toda a rede de franqueados. Ou seja, você não está sozinho.

Ponto exclusivo

Ao assumir a gestão de uma franquia, você também recebe uma área exclusiva de atuação, já que não é vantajoso para a rede que dois franqueados “disputem” um território, o que poderia prejudicar a comunicação de ambos. 

Facilidade de expansão

Uma vez que você tenha aplicado com sucesso o modelo da franquia em uma região, fica muito mais fácil replicar suas práticas de gestão em uma nova unidade, o que é uma ótima forma de escalar seus ganhos. Optar por uma franquia sem royalties pode ajudar bastante.

Como implementar uma franquia

Hoje, três anos após decidir entre “franquia ou loja própria”, já tenho três unidades em diferentes cidades. Não atuo mais na parte técnica, já que todo o operacional foi terceirizado. Minha esposa ficou responsável pelo treinamento de novos professores e meu filho mais velho agora trabalha na parte de marketing.

Posso dizer que conquistei — e vou conquistar ainda mais — todos os meus objetivos como empresário. Hoje tenho melhor controle do meu tempo e posso me dedicar à minha família e, inclusive, à minha loja. Não me arrependo das minhas escolhas, visto que todas foram necessárias para que eu chegasse onde estou.

Se você está pensando em aumentar seu patrimônio com uma franquia, lembre-se que nem todas são iguais. Portanto, você precisa fazer sua pesquisa e conhecer tudo o que puder sobre a empresa. Certifique-se de verificar com outros franqueados:

  • Quais foram os principais fatores de sucesso?
  • Quais foram os desafios e como eles os venceram?
  • Se eles estivessem começando hoje, o que fariam diferente?
  • Quanto tempo levaram para obter lucro?

Embora tenha sido criada, essa história reflete bem a realidade de muitos empreendedores. É ótimo aprender com seus erros, mas é ainda melhor se você pode aprender com os erros dos outros para não repeti-los.

Agora você tem melhores condições de decidir entre franquia ou loja própria. Aproveite para conhecer a incrível trajetória dos franqueados Diego e Camila!

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