Convertendo a Sua Empresa de Marca Própria em uma Franquia

5 minutos para ler

Saiba o que fazer, o que evitar e os principais procedimentos para adaptar o seu modelo de negócio da melhor forma possível.

De acordo com o dicionário Michaelis, a palavra “conversão” pode remeter a mudança de valores, de hábitos, de visão de um sujeito ou algo. Também pode significar a transformação, relativamente súbita, de uma determinada personalidade, que se manifesta pelo aparecimento de um novo papel ou caráter.

Em marketing, o termo rebrand também é muito popular. Em suma, a expressão significa reposicionar uma marca, mudando a imagem que os consumidores têm dela.

É muito comum ver empreendedores, por muitas vezes insatisfeitos com seu negócio, abandonarem a marca que criaram e se tornarem franqueados de uma rede já estabelecida no segmento – e na área da educação, não poderia ser diferente.

Isso acontece principalmente pelas inúmeras vantagens que há em investir neste modelo de negócio: desde o suporte oferecido pela franqueadora, que conta com treinamentos e consultorias, como também pela área comercial, já testada e consolidada.

A franquia KNN, por exemplo, possui um setor especializado em converter escolas de marcas própria (ou “bandeira branca”, como dizem) em franquias.

A seguir, confira algumas dicas e procedimentos necessários que fazem toda a diferença no momento de transformar sua marca em uma franquia de sucesso. Se liga!

Informações Preliminares

De acordo com a Consultora Administrativa de Expansão, Caroline Barbirato, é comum empreendedores ficarem resistentes a converter seu negócio em uma franquia, já que possuem um apego emocional pela marca que criaram.

“Nós do setor de expansão, que fazemos o primeiro contato com o empreendedor, passamos todas as informações previamente ao franqueado, que por vezes se encontra inseguro em fazer essa mudança. Alguns já possuem anos de negócio, então é necessário fazer essa desconstrução aos poucos e com muita calma e transparência”, pontua.

A profissional também destaca que a insegurança é vencida logo após os primeiros treinamentos e primeiros dias de inauguração. “A KNN muda vidas – tanto dos alunos quanto dos parceiros que decidem investir na marca. Isso é sentido desde o primeiro mês de escola. Mas antes da inauguração e de fechar contrato, muita conversa é feita”, relata.

Conversão comercial: preparando-se para uma lucratividade maior

Um dos maiores objetivos de quem decide mudar seu negócio para uma franquia é o faturamento de sua empresa. Franquias possuem um sistema comercial mais sólido e agressivo, o qual sua eficácia já foi testada e comprovada. Além disso, o suporte para que esse comercial seja realizado também é oferecido.

Sobre o processo de conversão, a coordenadora de implantação da KNN, Fabrini Figueiredo, explica que o processo é feito, inicialmente, através de um treinamento específico para o franqueado. “Muitas escolas que pegamos não há nem a prática de ações comerciais. Ou seja, essa implantação deve ser feita toda do zero”, afirma. 

Henrique Brezler, consultor de negócios da franquia, faz a seguinte comparação: “Antes de tornarem franqueados de uma rede, quase que 90% dos empreendedores acabam com uma dor muito comum deste segmento, que é a solidão administrativa”, diz o consultor.  

De acordo com Brezler, a situação muda da água para o vinho a partir da conversão. “Quando se é dono de seu próprio negócio, você está travando essa batalha sozinho. Com uma franquia, o empresário tem toda uma equipe a sua disposição para pensar na retenção de clientes, no marketing e tudo que envolve o funcionamento da empresa”, explica

Troca administrativa

Contratar uma equipe do zero ou investir em treinamentos da equipe antiga? A segunda opção acaba sendo a mais válida.  

O treinamento inicial prestado pela franqueadora irá capacitar a equipe antiga para deixá-la preparada para o novo modelo de negócios que a franquia tem a oferecer. “Irá depender de cada colaborador, através da sua disposição para se adaptar ao novo, que irá dizer se ele vai ou não continuar trabalhando na empresa”, diz a coordenadora de implantação.

Além disso, é importante enfatizar aos colaboradores antigos que haverá uma nova política de crescimento de sua empresa.

Franquias, como a KNN, geralmente possuem um plano de carreira estabilizado para seus profissionais. “O franqueado deve deixar claro que com a conversão para a franquia, seu colaborador terá mais possibilidade de crescimento da empresa”, comenta.

Evitando problemas

A transparência entre ambas as partes, de acordo com a coordenadora Fabrini, é o fator principal que fará de uma conversão, um sucesso. “Por lei, a franqueadora deve apresentar total transparência durante todo o processo. Mas é importante também que o próprio candidato a franquia seja verdadeiro sobre os detalhes da sua empresa”, considera.

Outra questão fundamental para uma conversão bem-sucedida é o candidato seguir todos as orientações de implantação e suporte oferecido pela franquia. “Há empreendedores que são mais ‘cabeça dura’, não seguem as orientações da franqueadora e quer fazer tudo do seu jeito.  É preciso entender que a adaptação é necessária para que o modelo de negócio funcione – isso desde a implantação, padronização, até o comercial da empresa, o marketing e todas as outras áreas”, afirma.

Para mais informações sobre o processo de mudança de marca e outros detalhes, entre em contato conosco e seja um franqueado.

Redação KNN

Posts relacionados

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.