7 Erros que um professor de idiomas jamais deve cometer!

7 Erros que um professor de idiomas jamais deve cometer!

Especialistas da área pedagógica da KNN Brasil apontam as maiores falhas para quem deseja apresentar uma boa aula.

Apresentar uma boa aula depende de vários fatores.

Além de contar com um excelente material didático e um método de ensino eficaz, o professor que decidir ensinar idiomas precisa ter a ciência de que o momento que o momento junto ao seu aluno deve ser uma experiência única.

A KNN Idiomas é uma franquia de escolas conhecida por valorizar a conversação imediata do estudante desde sua primeira aula – porém, sabemos que apenas sair falando uma nova língua não é o suficiente para que um aluno se sinta estimulado a continuar o curso e permanecer estudando: isso depende, primeiramente, da qualidade da aula do professor.

É comum ver em escolas de inglês, profissionais que trabalham na retenção de alunos. Este profissional é necessário para trabalhar formas de evitar a evasão de estudantes, além de auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem, entre outras coisas.

A relação retenção/professor estão diretamente relacionadas: quanto melhor for o trabalho do professor em sala de aula, menor terá que ser o esforço da equipe de retenção, vice-versa.

A Redação KNN Idiomas conversou com a equipe do setor pedagógico da franquia a fim de saber quais são os maiores erros cometidos por professores de idiomas e como repará-los da melhor maneira possível, apresentando aulas mais dinâmicas e de qualidade. Confira:

1 – PARAR DE ESTUDAR

Um bom professor é munido de muito conhecimento, isso você já sabe. Dominar o assunto da aula é mais do que essencial para o professor conquistar seus alunos.

Mas, espere! Nunca pense que o jogo está ganho.

O bom professor de idiomas deve estar sempre aprimorando seu conhecimento sobre a língua, a cultura e as novas tendências mundiais e isso implica muita pesquisa, estudo e leitura.

O profissional de idiomas que está sempre buscando aprimorar seus conhecimentos também irá apresentar as melhores aulas a seus alunos. Aquele que for arrogante e pensar de forma prepotente que sabe tudo tende a ficar para trás.

2 – NÃO APERFEIÇOAR A SUA COMUNICAÇÃO

Detentor da maior quantidade de conhecimento sobre o assunto em sala de aula, o professor acaba sendo a maior referência de seus alunos quando o assunto é o idioma.

Ainda assim, saber de cor e salteado o conteúdo da aula não é sinônimo de ser um bom professor.

Os melhores instrutores de idiomas não apenas dominam a língua, como também sabem apresentá-la da maneira mais atrativa e lúdica possível. Além de dominar o conteúdo, o professor de idiomas deve saber aplicá-lo através de uma didática eficiente, equilibrando momentos de aprendizagem e interação.

3 – GRAMÁTICA EM EXCESSO

Saber escrever é fundamental, a gente sabe. Mas o equilíbrio entre conversação e escrita deve ser mantido para que a aula não fique maçante ou exaustiva.

Já pensou que desagradável seu aluno saber escrever uma redação em inglês, mas não conseguir conversar livremente com um novo amigo estrangeiro? A primeira pessoa a ter responsabilidade por isso será o professor do idioma.

O senso comum já diz: “tudo na vida é equilíbrio”. Aplicando o equilíbrio em suas aulas, o professor de idiomas terá mais sucesso entre seus alunos.

4 – FOCAR APENAS NO CONTEÚDO

O livro é importante. O conteúdo é importante. Mas sabe o que é mais importante? O ALUNO!

A relação aluno/professor se dá através de um encontro com troca de conhecimentos. O profissional que leciona e esquece que atrás de uma mesa está um ser humano – com sentimentos, incertezas, ansiedade, insegurança e por aí vai, perde completamente o domínio e ritmo da aula.

Dentro da KNN Idiomas, por exemplo, os coordenadores especialistas apresentam uma matemática simples em seus treinamentos para entender esta lógica.

Uma boa aula de idiomas é construída com atenção voltada 30% ao material didático e 70% ao aluno.

Ainda vale ressaltar que a mesma aula pode não funcionar para todos os tipos de alunos. Se julgar necessário, adapte-se suas aulas!

5 – NÃO VENDER A SUA AULA

“Eu sou professor e não vendedor! ”.

Se você é desses que utiliza essa objeção para não instigar seus alunos a continuar no curso, é importante começar a pensar diferente.

Criando a necessidade de o aluno ir às aulas, o professor cria um vínculo afetivo com seu aluno e fará com que ele aguarde ansiosamente pela próxima aula – sem nem cogitar em faltar!

Isso pode ser feito de diversas formas, como criando curiosidade sobre o conteúdo do próximo encontro ou prometendo algo diferente que irá tirá-lo da rotina.

O resultado pode ser percebido facilmente: alunos empolgados e fidelizados!

6 – LIMITAR-SE

Dentro de uma escola, um professor deve ter a mesma determinação de crescimento que qualquer outro profissional de outro segmento em sua empresa.

Muitos teachers começam suas carreiras dando aulas apenas como um “bico”, a fim de ganhar uma renda extra – e não há problema algum nisso.

Alguns melhores professores começam dessa maneira, até que montaram suas próprias escolas, se transformando em empreendedores de sucesso e dando oportunidade para novos profissionais adentrarem na área.

Por isso, não se limite a ser apenas um professor particular ou de uma rede.

Busque perspectivas maiores e oportunidades mais desafiadoras. Esse é o ponto de partida para o crescimento profissional: não trabalhar apenas por dinheiro e sim por realização

7 –  NÃO CONSEGUIR ADAPTAR-SE

Em um dos tópicos acima falamos sobre a importância de vender a aula. Mas a primeira venda é aquela do próprio professor!

Cursos de idiomas estão sendo cada vez mais procurados por públicos de diversas idades, gêneros, camadas sociais e regiões. Isso não é especulação, É FATO. De acordo com pesquisas, estudar inglês em escolas de idiomas está entre as opções mais desejadas entre os consumidores.

Mas você está preparado(a) para falar com todos os tipos de público?

Com a grande procura por aulas de idiomas, a necessidade de uma comunicação adaptável se vê cada dia mais necessária.

Para simplificar: o professor precisa ser um verdadeiro camaleão e estar disposto a mudar sua apresentação de acordo com o perfil de cada aluno.

REDAÇÃO KNN Idiomas

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